domingo, 8 de abril de 2012

Crítica: Mirror Mirror.

Em Hollywood, vários contos infantis estão sendo adaptados para a grande tela, como foi o caso do longa “A garota da capa vermelha” (que aliás, eu já comentei aqui em postagens anteriores), que conta a história de uma chapeuzinho vermelho moderna. Agora, chegou à vez da Branca de Neve ganhar a sua versão com o filme “Espelho, espelho meu” que entrou em cartaz no Brasil na última sexta, 06.
A história central é a da jovem Branca de Neve, interpretada por Lily Collins, que vive com a sua madrasta má, interpretada por Julia Roberts. Quando Branca completa 18 anos, decide sair para dar uma olhada no vilarejo, e acaba descobrindo que tudo mudou. A rainha descobre que branca desobedeceu e manda seu mordomo manda matá-la. Sem coragem, o mordomo a deixa em uma floresta e declarou-a morta. Enquanto a rainha má comemora a sua “morte”, branca vai viver com sete ladrões que a ajudam como se defender.
Em geral, o filme é bom. A atuação de Julia Roberts ganha destaque, por ser a sua primeira personagem vilã. O filme contém piadas fracas, e o seu enredo acaba não agradando ao público adulto, e sim, as crianças. É o famoso “água com açúcar”. O príncipe é interpretado por Armie Hammer, que na minha opinião, não teve uma química com Lily Collins, por parecer velho demais. Resumindo: quem gosta de contos de fadas, com príncipes e princesas, e é claro, com final feliz, com certeza vai gostar de Espelho, espelho meu.

Cotação: Bom.

Você poderá assistir ao trailer abaixo.

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